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5/9/2006 E para a INÊS .... PARABÉNS!...Sim. Com capicua e tudo!
E uma bela capicua!... Quem me dera a mim fazê-la!
Que inveeeeeja.....
O registo cá fica... de outra data importante... 30/8/2006 PARABÉNS para ti também...Pois foi. Quase que nascia ontem... Uma e vinte da manhã é quase de véspera...
Mas o que interessa é que o tenho. Maluco?... Nervosinho?... Egoista?... Mas muito
muito, muito meiguinho... quando quer.
UM DIA MUITO FELIZ É O QUE LHE DESEJO; ESTEJA COM QUEM ESTIVER!
29/8/2006 Parabéns Sara!Foste a terceira... (sobrinha minha), de teus pais a primeira...
Mas muito bem feitinha. Carinha bonita toda larota. Um miminho de pequena, uma sobrinha muito querida.
Pois bem os mereces, os PARABÉNS. E que os gozes cheia de alegria junto dos teus, seja aqui ou na China, e mesmo em Espanha claro.
PARABÉNS!... 25/8/2006 Registo de Férias (o sétimo)Acho que as lembranças se vão diluindo no tempo... Revendo fotos redescobri férias, lugares e caminhos... Desde rotundas exóticas a separadores de estrada engraçados, desde os laranjais e as vinhas aos roseirais silvestres carregados de flor, desde as nespereiras com os seus ramos carregados de frutos suculentos e dourados aos rios e lagos se espraiando por onde se pode andar... e os caracóis... foi agradável visitar o Algarve. Agora a partida é para o Norte, a caminho da Figueira da Foz. Por Beja... percorrendo as estradas entre “montes” e “chaparros”. Onde as medas e as vacas se revezam embelezando a paisagem alentejana. Não pudemos deixar de visitar a praça do Cunhal, o castelo e o templo de Diana... Depois, a viagem continuou...
Sou BISA!... Chegou ontem trazido por sua mãe, jovem e bela de tão feliz!
... Jovem de mais?... Só ela o poderá dizer... só ela o poderá sentir... mas o AMOR costuma demover montanhas... Amor de Mãe... de Pai... e de BISA, "que somos nós", babada como uma boa avó que se preza, quanto mais um bisavó!!!!.....
Bemvindo pequenito... Cá estamos prontos para tudo! 3/8/2006 Registo de Férias (o sexto)Castelos!... De sul a norte .... alcandorados.... sempre... degradados alguns, bem tratados outros, “escarafunchados” quase todos... Passámos por muitos mas visitámos poucos. O mais “escarafunchado” o de Silves, o mais bem tratado o de Montemor-o-velho, este bem mais a norte. Pelo meio ficou o Castelo de Beja, com a mais bela torre de menagem, pelo menos dos que conheci. Talvez noutras épocas venha a mudar de ideias. Em Silves as consecutivas tomadas do castelo/cidade vieram trazer características muito especiais à pequena mas linda urbe. Desde o jardim mourisco cheio de lagos e estátuas rodeado de romãzeiras e outras árvores de belas flores, até a ponte romana que nos pode levar até os moinhos da mesma origem, sobranceiros ao rio Odelouca, e continuando com o gigante rei D. Sancho às portas do seu castelo, sobrepõem-se culturas e mitos diversos, camada sobre camada, conforme se pode ver não só no próprio castelo, onde o trabalho de arqueologia continua a ser feito, mas especialmente no museu, criado e edificado à volta de uma cisterna ali mesmo encontrada e protegida. Nada como lá ir e ver, aqui deixo uma pequenina amostra, de lembrança. 28/7/2006 Registo de Férias (o quinto) - 29/07/2006E como hoje é sexta-feira, vou já inserir o próximo “registo de férias”, do dia 29 de Julho, sábado, porque o não posso fazer no próprio dia e é indispensável que o faça. No fim verão porquê.
No pequeno rectângulo Algarvio saltámos um pouco por todo o lado. E até ultrapassámos fronteiras. Silves, Portimão, Faro, Olhão... Tavira... Vila Real de Santo António... Ayamonte... Um pequeno ressalto a esta cidade espanhola, implantada do outro lado do Guadiana. E isso porque alguns detalhes pitorescos nos encantaram: a entrada da cidade ladeada de rosas vermelhas ao longo de alguns quilómetros e a azulejaria que nos “mira” dos fundos das varandas ou sacadas ou ainda nos frontispícios dos degraus de qualquer simples escada de um qualquer simples prédio, velho ou de construção actual. E de todas elas, num resumo muito resumido fica-nos na memória a água, as marinas, os complexos turísticos, as praias, os caracóis, as gaivotas ou “avestruzes” (por alguém chamadas) e as cegonhas. Cegonhas!... Voo com elas para a minha infância, para os tempos da minha juventude, e até para longe, para África, onde vivi tantos anos... Cegonhas sempre foram aves do maravilhoso. Existiam mas eram como o Pai Natal. Tinham uma finalidade irreal: trazer os bebés aos pais assim como os brinquedos eram trazidos aos filhos pelo simpático e querido velhinho. Nunca se viam. Só o resultado do seu esforço. E as lendas uniam-se e encantavam. E aqui, no Algarve, as lendas e os contos de encantar materializam-se e convivem connosco no dia a dia, no minuto a minuto... nas altas chaminés de fábricas, no alto das torres, nos beirais dos telhados e até em candeeiros e postes onde elas constróem os seus ninhos.
E os meninos continuam a ser trazidos por estas aves maravilhosas... Hoje ( dia 29) faz anos que um desses meninos chegou. Chama-se TIAGO e é meu sobrinho. PARABÉNS cheios de ternura e muito Amor. Muitas bjocas... |
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